Um Conto de Natal é outra jóia do francês Arnaud Desplechin, que há quatro anos entregou um dos filmes da década, top 5. O novo longa não é tão forte quanto Reis e Rainha, mas traz de volta a humanidade contagiante característica às obras do cineasta - são duas horas e meia de "gente", com todas as suas complexidades, méritos, defeitos e cinzas. Catherine Deneuve tem um grande papel, e Mathieu Amalric continua sendo o melhor ator do mundo.
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domingo, dezembro 28, 2008
De volta
Enfim, Salvador, depois de dez dias a passeio em São Paulo e no Rio. Em Sampa, fui duas vezes ao cinema, e só. Gomorra, bom panorama italiano da atuação da Camorra napolitana. Cenas brutais, violência inesperada, mas cheia de uma secura que não há nas versões mais americanizadas e talvez pop dos filmes de máfia. Ainda assim, um pouco superestimado.

Um Conto de Natal é outra jóia do francês Arnaud Desplechin, que há quatro anos entregou um dos filmes da década, top 5. O novo longa não é tão forte quanto Reis e Rainha, mas traz de volta a humanidade contagiante característica às obras do cineasta - são duas horas e meia de "gente", com todas as suas complexidades, méritos, defeitos e cinzas. Catherine Deneuve tem um grande papel, e Mathieu Amalric continua sendo o melhor ator do mundo.
Um Conto de Natal é outra jóia do francês Arnaud Desplechin, que há quatro anos entregou um dos filmes da década, top 5. O novo longa não é tão forte quanto Reis e Rainha, mas traz de volta a humanidade contagiante característica às obras do cineasta - são duas horas e meia de "gente", com todas as suas complexidades, méritos, defeitos e cinzas. Catherine Deneuve tem um grande papel, e Mathieu Amalric continua sendo o melhor ator do mundo.
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